Olá a Todos!
Becca Fitzpatrick anunciou que Hush Hush iorá ser adaptado para cinema. Eis o que escreveram no site da autora:
"Exciting News!!
Yesterday EW.com broke the news that LD Entertainment will be adapting the Hush, Hush saga for the big screen! Are you excited? Be sure to comment on the EW article and let us know what you think.
Becca has been getting a lot of great questions from you guys about what
happens now that the movie rights have been optioned. She's taken the
most frequently asked questions and answered them on her website. Visit
BeccaFitzpatrick.com and click on the graphic for Hush, Hush movie news!"
Quem acham que vai ser Nora?
sábado, 8 de dezembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Fanfic
Olá a Todos!
Primeiro peço desculpa por não ter postado os outros capítulos mais cedo. A culpa é minha e não da autora. Por isso aqui vai o 2º capítulo.
Patch estava diante de mim. Vestido como sempre, t-shirt e calças de ganga preta e botas de biqueira de aço, igualmente pretas. Com a mesma postura descontraída e provocante de sempre. Já eu envergava um pijama de algodão às ricas rosa. O meu quarto era o local do nosso encontro. Não me lembrava de o ter convidado a entrar, nem muito menos de algum dia ter-lhe dado a minha morada.
Ele aproximou-se pesarosamente. Enrolou um dos meus caracóis à volta do seu dedo indicador.
- De que fugias?- perguntou.
- De nada. Já te tinha dito. E que fazes aqui?
- Vim falar contigo… - respondeu, largando o meu caracol.
- E como entraste? Pela janela da cozinha? – aquela janela estava constantemente a ficar presa e com algum jeito e a força de Patch poderia ser aberta facilmente.
Patch acenou negativamente.
- Entrei pela porta.
Como é que era possível? Lembro-me perfeitamente que depois de chegar a casa, quando a Vee se foi embora, ter trancado a porta.
- Arrombaste-a?
- Calma…- disse aproximando-se, tocou a minha face com as mãos. Aquele toque fez-me estremecer, não de medo ou de frio mas de prazer – foste tu que me deixaste entrar.
Eu? Como poderia eu ter deixado entrar um rapaz que mal conhecia, já para não falar do facto de a minha mãe me matar se levasse para casa um alguém do sexo masculino.
- É impossível… - disse – eu nunca o faria.
- Não digas isso… - as suas mãos pousaram nos meus ombros – sabes que não é verdade. Meu Anjo… - as suas mãos subiram para o meu pescoço, começando a exercer força.
- Eu… estou… não… consigo… respirar – a força que ele exercia deixava-me sem ar. Ele quereria matar-me? Desesperadamente debati-me, mas a sua força e agilidade superavam o meu corpo.
Quase inconsciente, deixou-me cair sobre a cama, como um peso morto. Não me conseguia mover.
- Desculpa, meu Anjo mas tinha de fazê-lo. Sabes que na verdade a culpa é tua. Não deverias ter feito aquilo.
Enterrou os seus dedos nos meus caracóis, com delicadeza levantou a minha cabeça. Os seus lábios coloram-se aos meus, o contacto entre eles enlouqueceu-me.
Tão depressa me beijava como se esfumava da divisão onde antes se encontrava. Eu continuava sobre a cama, imóvel, recordando aquele beijo.
***
II parte
Acordei ofegante. Continuava no quarto, deitada sobre a cama. Teria sido um sonho? Levantei-me com dificuldade, sentia o corpo pesado e que este mal respondia às minhas ordens, de modo a que ficasse à frente do espelho. Observei-me. Nada. Não tinha marcas no pescoço, o que significava que tudo não passara de uma ilusão criada pela minha mente. Talvez se devesse ao incidente das casas de banho, do dia anterior.
O relógio marcava as cinco e meia da manhã, sabia que não conseguiria voltar a adormecer, decidi então, tomar um duche e prepara-me para mais um dia de aulas. Depois de um demorado duche e de ter passado quinze minutos à volta do roupeiro decidi-me por uns jeans de ganga escura, um top com motivos florais, um casaco preto e uns mocassins azuis.
Arrastei-me até à cozinha para preparar a minha primeira refeição do dia. Estava prestes a tomar o pequeno-almoço quando alguém tocou à campainha. Quem seria? Vee ficara de vir-me buscar, mas mesmo que a casa estivesse a arder ela não sairia da cama a esta hora. Talvez fosse a empregada que decidiu vir mais cedo. Mas ela tinha a chave, não precisaria de tocar à campainha.
Caminhei até aporta de entrada. Rodei a chave e seguidamente a maçaneta. Com um clique a porta abriu-se pesadamente.
Do outro lado da porta, encostado à ombreira estava Patch. O que estaria ela ali a fazer? Como sabia onde eu morava?
- Bom dia. – cumprimentou, a sua voz sedutora e enigmática congelou o meu cérebro – Posso entrar?
- Que fazes aqui?
- Vim trazer-te algo. Presumo que te pertença. – levou a mão ao bolso retirando de lá o meu anel. Aquele que o meu pai me dera.
- Como é que o tens?
- Deixaste-o cair quando foste contra mim, ontem, quando fugias…
Aquela era uma explicação convincente mas faltava esclarecer como sabia onde morava.
- Deves estar a perguntar-te como soube onde moravas… - parecia ter lido os meus pensamentos – foi a tua amiga Vee, encontrei-a ontem, enquanto estava a fazer compras e perguntei-lhe onde moravas.
Aquela idiota não sabe estar calada, deve continuar com aquela ideia de que tenho de me apaixonar, algo que nunca aconteceu, nem tão cedo irá acontecer.
- Ok, agradeço pela preocupação de devolveres aquilo que é meu mas é melhor ires embora, estou à espera da Vee para irmos para as aulas.
Patch pareceu não ouvir o que eu dissera, entrou pela minha casa dentro sem que eu autorizasse. Dirigiu-se à cozinha. Fechei a porta e segui-o. Quem pensava ele que era, para entrar assim em minha casa?
- Sai!- ordenei furiosa.
Mais uma vez pareceu não me escutar. Abriu o armário, tirando de lá um copo. De seguida serviu-se do frigorífico, sentando-se, finalmente numa das cadeiras junto ao balcão.
- A Vee não vem. Eu disse-lhe que te levava à escola…
III parte
Quando chegar à escola, definitivamente eu vou matar a Vee. Primeiro dá a minha morada a um estranho, que a minha mãe etiquetaria como delinquente, e depois deixa que ele me leve para o liceu. Ela que se prepare que as coisas não vão ser bonitas.
- Então dormiste bem? – Patch fez-me parar de pensar na idiota que tenho como amiga, enquanto bebericava sumo natural de frutas.
-Porque perguntas?- questionei. Teria sido aquilo real? Tentaria Patch assassinar-me? Estava demasiado confusa. Só queria fugir dali.
- Sabes, eu preocupo-me contigo. Queria saber se estavas com energia suficiente para andares de mota. Mas antes precisas de acabar o teu pequeno-almoço. Eu limpo a cozinha.
Talvez não fosse assim tão mau. Estava a ser prestável. Ou talvez só me quisesse agradar. Continuei a comer os cereais. Patch procurou pelas gavetas um avental, retirou a taça onde antes estiveram os cereais, deu-me uma maçã já lavada e um copo de sumo. Começou a lavar a loiça do jantar de ontem, que ainda estava suja.
- Deixa-me ajudar-te. A casa é minha não deverias estar a fazer isto.
- Se insistes…limpas a loiça. – ordenou, atirando-me um pano à cara.
De cada vez que as nossas mãos se tocavam, um arrepio de deleite alastrava-se no meu corpo. Uma enorme vontade de beijá-lo perseguia-me. Nunca antes sentira nada assim. Estaria eu a apaixonar-me por ele? Não, tudo não passava de uma atracção física. Como que lendo os meus pensamentos Patch aproximou-se de mim, colocou uma mão à volta da minha cintura e a outra no meu pescoço. Sucumbi ao desejo. Enterrei os meus dedos no seu cabelo negros. Os nossos lábios coloram-se com paixão. Estremeci ao provar o seu sabor. Eu estava rendida à beleza dele. Só me apetecia parar o tempo naquele preciso momento, para que durasse para sempre. Mentalmente agradeci a Vee por tudo o que ela tinha feito. Afinal sobreviveria mais uns dias para me dar cabo da cabeça.
IV parte
- Hey, Nora… - chamou Patch – Está tudo bem contigo?
Continuávamos na cozinha, enquanto ele lavava a loiça suja eu limitava-me a limpa-la e a arruma-la de seguida. Ele não me tinha agarrado nem muito menos beijado. Eu tinha imaginado tudo.
- Sim… - respondi.
Patch riu-se. Não compreendi porquê. Mas estava demasiado ocupada a desvendar a razão para aquela alucinação. Nunca antes me sentira assim. Embora achasse alguns dos rapazes do liceu giros nunca tinha ficado realmente “apanhada” por nenhum deles. Teria de pensar calmamente acerca daquele acontecimento.
- Estás pronta? – perguntou Patch.
Olhei o para o relógio de parede, este marcava as seis e meia da manhã, as aulas só começavam às oito, que pretenderia ele fazer?
- Ainda falta muito tempo e não tenho tudo preparado. Mas porque queres ir já para o liceu? – questionei curiosa.
- Quem te disse que íamos para lá? – perguntou retoricamente – tenho de te levar a um sítio primeiro…
“ E se eu não quiser ir?” era isto que queria perguntar, no entanto a minha boca esboçou um simples “ok”. Estaria eu demasiado hipnotizada pela sua beleza para que não distinguisse o que estava correto e o que estava errado. Sem que ordenasse o meu corpo moveu-se, seguia-o até à porta e saí de casa. Depois de Patch se sentar na sua moto, atirou-me um capacete tão negro como a mota.
- Depressa… - ordenou – não temos muito tempo.
Inconscientemente segui as suas ordens.
Patch parecia acelerar tanto que poderia jurar que tocávamos as nuvens. Estava demasiado confusa com o facto de ter sonhado que Patch me tentara matar, com a alucinação em que nos beijávamos e com o facto de agir impulsivamente para prestar atenção ao caminho que seguimos. Apenas sabia que estava agarrada com força a Patch para que não caísse da mota.
Continuava em transe, até que o chiar ruidoso dos travões daquele meio de transporte anunciou a nossa chegada.
Larguei Patch, pesarosamente desci da mota, retirando o capacete da cabeça. Sacudi o cabelo. Estupefacta observei o nosso destino. Estava no parque de diversões da cidade, aquele que parecia estra assombrado e a necessitar de obras urgentemente. Nada mais nada menos do
Primeiro peço desculpa por não ter postado os outros capítulos mais cedo. A culpa é minha e não da autora. Por isso aqui vai o 2º capítulo.
Capitulo 2- Sufoco
I parte
Patch estava diante de mim. Vestido como sempre, t-shirt e calças de ganga preta e botas de biqueira de aço, igualmente pretas. Com a mesma postura descontraída e provocante de sempre. Já eu envergava um pijama de algodão às ricas rosa. O meu quarto era o local do nosso encontro. Não me lembrava de o ter convidado a entrar, nem muito menos de algum dia ter-lhe dado a minha morada.
Ele aproximou-se pesarosamente. Enrolou um dos meus caracóis à volta do seu dedo indicador.
- De que fugias?- perguntou.
- De nada. Já te tinha dito. E que fazes aqui?
- Vim falar contigo… - respondeu, largando o meu caracol.
- E como entraste? Pela janela da cozinha? – aquela janela estava constantemente a ficar presa e com algum jeito e a força de Patch poderia ser aberta facilmente.
Patch acenou negativamente.
- Entrei pela porta.
Como é que era possível? Lembro-me perfeitamente que depois de chegar a casa, quando a Vee se foi embora, ter trancado a porta.
- Arrombaste-a?
- Calma…- disse aproximando-se, tocou a minha face com as mãos. Aquele toque fez-me estremecer, não de medo ou de frio mas de prazer – foste tu que me deixaste entrar.
Eu? Como poderia eu ter deixado entrar um rapaz que mal conhecia, já para não falar do facto de a minha mãe me matar se levasse para casa um alguém do sexo masculino.
- É impossível… - disse – eu nunca o faria.
- Não digas isso… - as suas mãos pousaram nos meus ombros – sabes que não é verdade. Meu Anjo… - as suas mãos subiram para o meu pescoço, começando a exercer força.
- Eu… estou… não… consigo… respirar – a força que ele exercia deixava-me sem ar. Ele quereria matar-me? Desesperadamente debati-me, mas a sua força e agilidade superavam o meu corpo.
Quase inconsciente, deixou-me cair sobre a cama, como um peso morto. Não me conseguia mover.
- Desculpa, meu Anjo mas tinha de fazê-lo. Sabes que na verdade a culpa é tua. Não deverias ter feito aquilo.
Enterrou os seus dedos nos meus caracóis, com delicadeza levantou a minha cabeça. Os seus lábios coloram-se aos meus, o contacto entre eles enlouqueceu-me.
Tão depressa me beijava como se esfumava da divisão onde antes se encontrava. Eu continuava sobre a cama, imóvel, recordando aquele beijo.
***
II parte
Acordei ofegante. Continuava no quarto, deitada sobre a cama. Teria sido um sonho? Levantei-me com dificuldade, sentia o corpo pesado e que este mal respondia às minhas ordens, de modo a que ficasse à frente do espelho. Observei-me. Nada. Não tinha marcas no pescoço, o que significava que tudo não passara de uma ilusão criada pela minha mente. Talvez se devesse ao incidente das casas de banho, do dia anterior.
O relógio marcava as cinco e meia da manhã, sabia que não conseguiria voltar a adormecer, decidi então, tomar um duche e prepara-me para mais um dia de aulas. Depois de um demorado duche e de ter passado quinze minutos à volta do roupeiro decidi-me por uns jeans de ganga escura, um top com motivos florais, um casaco preto e uns mocassins azuis.
Arrastei-me até à cozinha para preparar a minha primeira refeição do dia. Estava prestes a tomar o pequeno-almoço quando alguém tocou à campainha. Quem seria? Vee ficara de vir-me buscar, mas mesmo que a casa estivesse a arder ela não sairia da cama a esta hora. Talvez fosse a empregada que decidiu vir mais cedo. Mas ela tinha a chave, não precisaria de tocar à campainha.
Caminhei até aporta de entrada. Rodei a chave e seguidamente a maçaneta. Com um clique a porta abriu-se pesadamente.
Do outro lado da porta, encostado à ombreira estava Patch. O que estaria ela ali a fazer? Como sabia onde eu morava?
- Bom dia. – cumprimentou, a sua voz sedutora e enigmática congelou o meu cérebro – Posso entrar?
- Que fazes aqui?
- Vim trazer-te algo. Presumo que te pertença. – levou a mão ao bolso retirando de lá o meu anel. Aquele que o meu pai me dera.
- Como é que o tens?
- Deixaste-o cair quando foste contra mim, ontem, quando fugias…
Aquela era uma explicação convincente mas faltava esclarecer como sabia onde morava.
- Deves estar a perguntar-te como soube onde moravas… - parecia ter lido os meus pensamentos – foi a tua amiga Vee, encontrei-a ontem, enquanto estava a fazer compras e perguntei-lhe onde moravas.
Aquela idiota não sabe estar calada, deve continuar com aquela ideia de que tenho de me apaixonar, algo que nunca aconteceu, nem tão cedo irá acontecer.
- Ok, agradeço pela preocupação de devolveres aquilo que é meu mas é melhor ires embora, estou à espera da Vee para irmos para as aulas.
Patch pareceu não ouvir o que eu dissera, entrou pela minha casa dentro sem que eu autorizasse. Dirigiu-se à cozinha. Fechei a porta e segui-o. Quem pensava ele que era, para entrar assim em minha casa?
- Sai!- ordenei furiosa.
Mais uma vez pareceu não me escutar. Abriu o armário, tirando de lá um copo. De seguida serviu-se do frigorífico, sentando-se, finalmente numa das cadeiras junto ao balcão.
- A Vee não vem. Eu disse-lhe que te levava à escola…
III parte
Quando chegar à escola, definitivamente eu vou matar a Vee. Primeiro dá a minha morada a um estranho, que a minha mãe etiquetaria como delinquente, e depois deixa que ele me leve para o liceu. Ela que se prepare que as coisas não vão ser bonitas.
- Então dormiste bem? – Patch fez-me parar de pensar na idiota que tenho como amiga, enquanto bebericava sumo natural de frutas.
-Porque perguntas?- questionei. Teria sido aquilo real? Tentaria Patch assassinar-me? Estava demasiado confusa. Só queria fugir dali.
- Sabes, eu preocupo-me contigo. Queria saber se estavas com energia suficiente para andares de mota. Mas antes precisas de acabar o teu pequeno-almoço. Eu limpo a cozinha.
Talvez não fosse assim tão mau. Estava a ser prestável. Ou talvez só me quisesse agradar. Continuei a comer os cereais. Patch procurou pelas gavetas um avental, retirou a taça onde antes estiveram os cereais, deu-me uma maçã já lavada e um copo de sumo. Começou a lavar a loiça do jantar de ontem, que ainda estava suja.
- Deixa-me ajudar-te. A casa é minha não deverias estar a fazer isto.
- Se insistes…limpas a loiça. – ordenou, atirando-me um pano à cara.
De cada vez que as nossas mãos se tocavam, um arrepio de deleite alastrava-se no meu corpo. Uma enorme vontade de beijá-lo perseguia-me. Nunca antes sentira nada assim. Estaria eu a apaixonar-me por ele? Não, tudo não passava de uma atracção física. Como que lendo os meus pensamentos Patch aproximou-se de mim, colocou uma mão à volta da minha cintura e a outra no meu pescoço. Sucumbi ao desejo. Enterrei os meus dedos no seu cabelo negros. Os nossos lábios coloram-se com paixão. Estremeci ao provar o seu sabor. Eu estava rendida à beleza dele. Só me apetecia parar o tempo naquele preciso momento, para que durasse para sempre. Mentalmente agradeci a Vee por tudo o que ela tinha feito. Afinal sobreviveria mais uns dias para me dar cabo da cabeça.
IV parte
- Hey, Nora… - chamou Patch – Está tudo bem contigo?
Continuávamos na cozinha, enquanto ele lavava a loiça suja eu limitava-me a limpa-la e a arruma-la de seguida. Ele não me tinha agarrado nem muito menos beijado. Eu tinha imaginado tudo.
- Sim… - respondi.
Patch riu-se. Não compreendi porquê. Mas estava demasiado ocupada a desvendar a razão para aquela alucinação. Nunca antes me sentira assim. Embora achasse alguns dos rapazes do liceu giros nunca tinha ficado realmente “apanhada” por nenhum deles. Teria de pensar calmamente acerca daquele acontecimento.
- Estás pronta? – perguntou Patch.
Olhei o para o relógio de parede, este marcava as seis e meia da manhã, as aulas só começavam às oito, que pretenderia ele fazer?
- Ainda falta muito tempo e não tenho tudo preparado. Mas porque queres ir já para o liceu? – questionei curiosa.
- Quem te disse que íamos para lá? – perguntou retoricamente – tenho de te levar a um sítio primeiro…
“ E se eu não quiser ir?” era isto que queria perguntar, no entanto a minha boca esboçou um simples “ok”. Estaria eu demasiado hipnotizada pela sua beleza para que não distinguisse o que estava correto e o que estava errado. Sem que ordenasse o meu corpo moveu-se, seguia-o até à porta e saí de casa. Depois de Patch se sentar na sua moto, atirou-me um capacete tão negro como a mota.
- Depressa… - ordenou – não temos muito tempo.
Inconscientemente segui as suas ordens.
Patch parecia acelerar tanto que poderia jurar que tocávamos as nuvens. Estava demasiado confusa com o facto de ter sonhado que Patch me tentara matar, com a alucinação em que nos beijávamos e com o facto de agir impulsivamente para prestar atenção ao caminho que seguimos. Apenas sabia que estava agarrada com força a Patch para que não caísse da mota.
Continuava em transe, até que o chiar ruidoso dos travões daquele meio de transporte anunciou a nossa chegada.
Larguei Patch, pesarosamente desci da mota, retirando o capacete da cabeça. Sacudi o cabelo. Estupefacta observei o nosso destino. Estava no parque de diversões da cidade, aquele que parecia estra assombrado e a necessitar de obras urgentemente. Nada mais nada menos do
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Finale!
Olá a Todos!
Hoje é o dia de lançamento de Finale nos E.U.A!!!
Infelizmente ainda nos é desconhecida a data de lançamento em Portugal. Penso que apenas em 2013 é o livro será lançado em Português.
Hoje é o dia de lançamento de Finale nos E.U.A!!!
Infelizmente ainda nos é desconhecida a data de lançamento em Portugal. Penso que apenas em 2013 é o livro será lançado em Português.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
FanFic!
Olá a Todos!
Temos uma nova fanfic no blog! Como é obvio é sobre a saga Hush Hush. A Fanfic ainda nao tem nome mas se alguém tiver uma proposta basta enviarem-na para o email do blog.
Temos uma nova fanfic no blog! Como é obvio é sobre a saga Hush Hush. A Fanfic ainda nao tem nome mas se alguém tiver uma proposta basta enviarem-na para o email do blog.
Capitulo
1- A queda
I
parte
O
meu corpo pedia-me. Sentia que se movia sem que o ordenasse, a cada
passo, o medo aumentava, a cada passo, a minha mente deliciava aquele
horrendo acontecimento. Os pés descalços quase que escorregavam com
a humidade daquele local. O odor pútrido e de sangue faziam-me
enlouquecer. Caminhava lentamente, aterrorizada tentando equilibrar o
meu corpo dormente naquele pequeno espaço. Os meus olhos eram
inundados de lágrimas. O meu corpo ordenava que saltasse, de certa
forma não queria, tinha medo, mas à medida que o tempo passava
aceitava a morte de uma forma cada vez mais serena e compreensiva.
Lá
em baixo, na estrada, os carros percorriam os seus caminhos
apressados. Nada nem ninguém repara em mim. Estava prestes a abdicar
da vida, a atirar-me de um edifício de dez andares, a quebrar a
minha alma em mil pedaços, sem qualquer motivo aparente.
Um
último suspiro, uma última lágrima, um último adeus. Vacilei
sobre mim mesma, ironicamente abri os braços. Primeiro um pé,
seguido do outro. Atirara-me de cabeça para a minha morte.
-
Adeus mundo cruel… - gritei dramaticamente, enquanto um sorriso
perverso brotava no meu rosto.
A
insanidade tomou conta de mim, já não me preocupava com o dia de
amanhã, apenas queria fazer aquilo.
Negro.
Frio. Escuridão. Trevas. E plumas, uma estranha combinação que
descrevia aquele momento. Fechei os olhos, esperando que a dor me
trespassasse, nada, apenas me sentia viva, nada para além disso.
Apenas o respirar ofegante depois de adrenalina, o coração a bater
rapidamente, o sangue a correr e o suor a empapar-me o cabelo
encaracolado e o vestido branco esvoaçante.
Tremia
de frio, mas algo me aqueceu, algo ou alguém. As lágrimas
toldavam-me a vista impedindo-me que soubesse quem me agarrava
ternamente no seu colo, a pessoa que acalmara aquele sentimento
estranho que sentira há poucos minutos. Estremeci com aquele toque
quente e vivo.
-
Está tudo bem agora… - a voz melodiosa e terna de um rapaz secaram
as lágrimas – eu estou aqui meu Anjo.
***
II
parte
-
Hey Nora, acorda… - a voz de Vee bem como alguns pontapés por de
baixo da mesa acordaram – Vee chama Nora, tens sorte que o
Treinador não te topou…
O
quê? Ainda há segundos estava prestes a suicidar-me e agora estou
na sala de aula, sentada ao lado de Vee, supostamente a ouvir o
Treinador a divagar sobre algum tema da matéria… Aquilo era
estranho, não era de adormecer nas aulas mesmo que fossem o mais
secante possível.
-
Ei babe, é normal que estejas assim depois da festa de ontem, mas se
ele te topa estás lixada, totalmente frita. – Vee quebrou a minha
linha de pensamentos.
Festa?
Porque raio é que eu fui uma festa se no dia seguinte tinha aulas? E
porque não me lembro de nada?
-
Eu… a que... festa é que fui? – interroguei com uma voz
ensonada.
-
Não te lembras? Mesmo? Oh babe, abusaste mesmo no álcool…
-
Álcool?- a minha cabeça doía, devia ser essa a razão – Eu estou
de ressaca?
-
Bem-vinda ao mundo dos vivos, babe –respondeu ironicamente.
O
Treinador continuava a divagar, achei melhor parar com a conversa por
ali. Tinha de reflectir sobre vários assuntos. O sonho. A festa a
que supostamente fui. A ressaca. E o facto de não me lembrar de
absolutamente nada, como eu tinha ido parar à sala de aula sem que
me lembrasse? Aliás se o Treinador nos apanhasse a falar nas aulas
era bem capaz de nos mandar fazer um trabalho extra.
Recostei-me
nas costas da cadeira de madeira e um pouco riscada. Discretamente
observei a sala de aula, alguns alunos tiravam apontamentos, outros
simplesmente dormiam e ainda aqueles que estavam distraídos com
qualquer coisa, desde telemóveis a simples lápis ou canetas. No
entanto, o aluno transferido, aquele que parecia atrair problemas
estava vidrado em algo, demorei demasiado tempo para perceber que era
em mim. Porque estaria a fazer aquilo? Desviei o olhar. Quando o
encarava, olhando olhos nos olhos parecia mergulhar numa imensa
escuridão, um abismo sem fundo, tão negros como os seus olhos.
A
sua boca formou um sorriso misterioso e de troça.
-
Vee, tenho alguma coisa de errado?- questionei, na esperança que
olhasse para mim apenas porque tinha o cabelo despenteado ou qualquer
coisa do género.
-
Para além dessas enormes olheiras e do cabelo desalinhado, já para
não referir que não te maquilhaste, tens um pouco de baba ali –
apontou com o indicador.
Embaraçosamente
limpei a saliva e ajeitei o cabelo o máximo que me era possível.
A
meia hora que se seguiu, passei-a a meditar sobre aqueles
acontecimentos. No intervalo falaria com Vee sobre a tal festa.
III
parte
A
campainha finalmente dera o toque. Verdade seja dita ninguém suporta
um bloco de aulas de Biologia logo de manhã. Levantei-me
demoradamente, seguindo a minha melhor amiga até aos cacifos.
-
A que festa é que fomos? – perguntei quando chegamos ao local,
deduzi que Vee também fora, para ela saber do que se tratava.
-
A uma festa em casa da Marcie, como era um baile de máscaras e
ninguém estava a confirmar as entradas e saídas, entramos à
socapa, a ideia era arruiná-la mas decidimos aproveitar e beber
alguma coisa, acho que abusaste, pois tive que te arrastar até casa!
-
O quê? Em casa da Marcie? A minha arqui-inimiga? Eu não podia estar
em mim de certeza!
-
A verdade é que fomos, divertimo-nos e ninguém sabe que lá
estivemos – respondeu apressadamente.
Agora
tudo fazia sentido, lembrara-me de ter escolhido a fantasias na loja
ao lado da Victoria’s
Secrets com a Vee. Ela
escolhera um fabuloso vestido azul-escuro comprido, que acentuava as
suas curvas e uma máscara veneziana com motivos marinhos que cobria
toda a face, combinando perfeitamente com o vestido. Já eu optara
por um que chegava aos joelhos, branco e esvoaçante, a minha máscara
apenas cobria os olhos sendo este negra e com algumas lentejoulas.
Seguimos para minha casa no carro da Vee, preparamos o jantar para as
duas, a minha mãe estava e está fora a trabalhar, e fomos para o
quarto prepararmo-nos. Dirigimo-nos à casa da Marcie, verificamos
que não estava ninguém a porta, a Vee estacionou o carro a três
quarteirões, para não deixarmos vestígios, entramos e lá dentro
foi só dançar e copos.
-
Já me lembro… - disse estupefacta.
-
Ainda bem babe, mas agora o melhor mesmo é irmos às casas de banho
para tratarmos dessa tua imagem.
Percorremos
os corredores entupidos de gente até chegarmos ao local que
desejávamos. As casas de banho estavam mais vazias do que era
normal, mas era completamente compreensível que as pessoas
preferissem estar a usufruir do maravilhoso tempo de primavera do que
ficarem enfiadas num local que cheirava a esgoto.
-
Deixa cá ver… corretor de olheiros, sombra de olhos, eyeliner,
blush e claro gloss – enumerou Vee – tens aqui tudo que precisas,
enquanto te maquilhas, vou buscar a escova, está no cacifo, não
demoro nada, babe – disse batendo com a porta para atravessar o
corredor.
Olhei
para o meu reflexo no espelho sujo, estava mesmo uma lástima. Abri a
torneira, lavando a cara com a água corrente. Infelizmente, a dor de
cabeça ainda não passara. Mas se não podia melhorar o meu estado
de espírito, pelo menos podia fazê-lo à minha e imagem.
-Nora…-
o sussurro invadiu a minha mente – Nora…
O
meu nome repetia-se sucessivamente, acentuando a minha dor de cabeça.
Estaria eu a enlouquecer? Ou seria apenas mais um efeito da ressaca?
Desconhecia a sua origem, o medo propagou-se pelo meu âmago,
alertando-me que tinha de fugir. Apressadamente coloquei a
maquilhagem da Vee dentro da minha mochila, irrompi da divisão,
correndo, sem que olhasse para trás. Corria desesperada sem destino
aparente, tentando desviar-me o máximo possível das pessoas que
passavam pelos corredores.
Acidentalmente,
tropecei nos meus próprios pés, a verdade é que sou um pouco
desastrada e o meu equilíbrio é pouco ou mesmo nenhum, caindo sobre
alguém.
IV
parte
-Desculpa…eu…-
tinha caído sobre o aluno transferido – eu…
-
De que fugias? – a sua voz misteriosa e atraente hipnotizara-me. Um
momento, como é que ela sabia que eu estava a fugir? Estaria a
seguir-me? Seria ele quem chamara por mim?
-
Eu…não estava a fugir – gaguejei na esperança que a mentira
fosse convincente.
-
Não me mintas… tu
não sabes fazê-lo…
Aquela
conversa estava a tornar-se estranha. Felizmente Vee aproximara-se,
atarantada com a escova na mão, e interrompei-a.
-Sabes
que andei à tua procura? Que fazes aqui? Despreocupada a conversar
com o…
-
Patch – apresentou-se o rapaz, interrompendo a minha amiga.
-
Isso – continuou Vee – enquanto eu corria por aí stressada à
tua procura?
-
Eu depois digo-te…- sussurrei – Nós temos de ir embora, adeus…
- arrastei a minha amiga até aos cacifos.
-Não
me digas que estás interessada nele? Ele é giro, há que admitir
mas parece demasiado “rebelde” para ti…
-
Eu NÃO quero nada com ele, ok?
-
Certo, babe…
Não
queria que a Vee começasse a fazer filmes. Ela sabia perfeitamente
que não estou a pensar em namoros. O objectivo em que estou focada
são os estudos, nada para além disso importa.
-
Admite que o achas giro… Aquele ar de bad
boy, e aquele estilo
gótico tornam-no ainda mais sexy…
Bati
com a mão na testa, aquela Vee não pensava em mais nada, apenas
namoros, rapazes, amor… e palavras desse campo semântico.
Felizmente o toque da entrada interrompera aquela conversa.
O
resto do dia decorreu normalmente. Felizmente não me reencontrei com
Patch. Dei graças pelo simples facto de ele só ter aulas de
biologia comigo. Não queria que me confrontasse com a fuga das casas
de banho. O mais provável é que fosse ele o responsável e
estivesse apenas a gozar comigo. Também não tinha visto Marcie, e
ainda bem. A Vee dissera que depois da festa de ontem, aquela idiota
magricela, deveria estar demasiado cansada para que fosse às aulas.
-
Queres ir às compras? – interrogou Vee enquanto nos dirigíamos
para a saída da escola. As aulas tinham finalmente acabado, por
hoje. Mas o dia ainda não.
-
Fica para outro dia…
-
Tu é que sabes… Adeus, babe – despediu-se entrando para o seu
carro.
Tinha
de meditar sobre os acontecimentos das últimas vinte e quatro horas,
não estava com disposição para compras. Não neste momento. Não
hoje. Entrei no carro de Vee. Ela levou-me a casa.
Novo Afilíado!
Olá a Todos!
Temos um novo afiliado! O blog chama-se "Garrafa de Ideias" e foca-se na publicação de artigos relacionados com a literatura. Para acederem ao blog basta carregar no banner.
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
Torneio de Heroínas!
Olá a Todos!
Está a decorrer um torneio no blog BOOKS da Mariana. Nesse torneio os leitores podem votar em várias das grandes heroínas dos livros de fantasia, incluindo a Nora! Se quiserem votar basta clicar AQUI e irão aceder ao blog.
Está a decorrer um torneio no blog BOOKS da Mariana. Nesse torneio os leitores podem votar em várias das grandes heroínas dos livros de fantasia, incluindo a Nora! Se quiserem votar basta clicar AQUI e irão aceder ao blog.
domingo, 10 de junho de 2012
Novo Afiliado!
Olá a Todos!
Temos um novo afiliado! Este blog pertence à Mónica e é sobre a saga Dark Hunter de Sherrilyn Kenyon. Para acederem ao blog basta clicar na imagem e se quiserem aceder à sua página no Facebook basta clicar AQUI!
Temos um novo afiliado! Este blog pertence à Mónica e é sobre a saga Dark Hunter de Sherrilyn Kenyon. Para acederem ao blog basta clicar na imagem e se quiserem aceder à sua página no Facebook basta clicar AQUI!
Contagem Decrescente Para Finale e Sondagem!
Olá a Todos!
Agora o blog já tem um aplicativo para a contagem decrescente para Finale com tínhamos para Silêncio. Além disso vamos iniciar uma nova sondagem sobre a capa de Finale.
P.S: Obrigada João pela sugestão.
Agora o blog já tem um aplicativo para a contagem decrescente para Finale com tínhamos para Silêncio. Além disso vamos iniciar uma nova sondagem sobre a capa de Finale.
P.S: Obrigada João pela sugestão.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Capa de Finale!
Olá a Todos!
Já tenho a capa de Finale!!!! E é linda, não estava à espera que fosse assim tão reveladora. Aqui está ela!!!!
Já tenho a capa de Finale!!!! E é linda, não estava à espera que fosse assim tão reveladora. Aqui está ela!!!!
sábado, 12 de maio de 2012
Novo Afiliado!
Olá a Todos!
Temos um novo afiliado. Panem OhFive é dedicado à fabulosa saga de Suzanne Collins The Hunger Games. Para aderirem ao blog basta clicar na imagem.
Temos um novo afiliado. Panem OhFive é dedicado à fabulosa saga de Suzanne Collins The Hunger Games. Para aderirem ao blog basta clicar na imagem.
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